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20 anos de Chevette

(1973) - A imprensa especializada confere ao Chevette o título de carro do ano. Os jornalistas rodaram 11 mil quilômetros com o chevette durante o ano de 1973 para elegê-lo o melhor carro nacional existente no mercado.

(1974) - A fábrica comemora duas marcar importantes: a produção de 50.000 unidades em 26 de março e 100.000 unidades em 13de novembro. No total foram vendidos 31.324 em 1973 e 74.963 em 1974 no mercado interno.

(1975) - As vendas atingem a marca de 62.519 unidades comercializadas no país. Em 17 de setembro, pela primeira vez a GMB utiliza o campo de provas da Cruz Alta para apresentar sua nova linha aos críticos. Em abril, o primeiro chevette especial desfila pelas ruas.

(1976) - Cresce a família com o lançamento da pick-up 4 cc, a CHEVY-4. Em 20 de fevereiro a GMB comemora a produção do seu veículo de nº 1.000.000: um Chevette GP amarelo. Em 24 de maio o MVA comemora a produção do Chevette nº 200.000. As vendas totalizam 70.733 unidades. O ponto da linha 76 é o SL (Super Luxo), com requintes de acabamento.

(1977) - Chega o Chevette GP II. Modificações no motor que o tornam ainda mais econômico. Em 18 de fevereiro, a fébrica comemora a produção de 250.000 unidades. A empresa estuda modificações para o próximo ano. A GMV lança o esportivo Chevette GP II em São Paulo durante o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1.

(1978) - A novidade da linha Chevette é a modificação da frente (facelift), que passa a tr o formato de cunha, com 2 grades ovaladas. As vendas chegam a 86.384 unidades.

(1979) - Para aumentar as opções do proprietário do chevette a empresa lança o modelo 4 portas motor 1.4 L a gasolina e promete novidades para a linha 80. As vendas chegam a 90.084 unidades.

(1980) - A fábrica produz seu veículo de nº 500.000 em 8 de fev. Em 2 de julho a empresa lança o motor 1.4 L  álcool. Totalmente redesenhado a partir da coluna central, o novo chevette hatch chega com a promessa de recorde. E a cumpriu: 94.816 veículos vendidos no mercado interno. O novo Chevette Hatch com 3 portas aumenta a família e as vendas.

(1981) - O já moderno Hatch ganha uma versão especial, muito esportiva e mais potente: o Chevette SR, com motor 1.6 L a  gasolina. Em 31 de  março o Hatch recebe o título de Carro do ano de 1980 da revista Autoesporte. As vendas internas ficam na casa de 69.941 unidades. Aumenta a família com o lançamento da STATION WAGON MARAJÓ.

(1982) - Um pequeno facelift prepara o consumidor para novas e maiores mudanças. As vendas aumenta e chegam a 75.163 unidades. Mudanças nos faróis, grades e lanternas.

(1983) - O segundo grande facelift da linha provoca mudanças na frente - mais rebaixada, com faróis trapezóides - e na traseira - mais alta. Em 17 de fevereiro a MVA orgulha-se de produzir 750.000 unidades, que assume a liderança de vendas no país com 85.984 unidades. A linha passa por total reestilização e ganha motor 1.6 L a álcool.

(1984) - Comemorações na GMB. A fábrica comemora 25 anos e o Campo de  provas da CRUZ ALTA 15 anos. Para marcar a data,  a linha 85 é novamente apresentada ao público CPCA, As venda chegam a 57.876 unidades. Chega a pick-up Chevy-500 com motores 1.6 L a álcool e a gasolina.

(1985) - A fábrica de motores produz 1.000.000 motor de Chevette em 10 de junho. No mês outubro, a produção do veículo chega ao número 850 mil. As vendas chegam a 61.526 unidades e  a exportação  atinge as 100.000 unidades.

(1986) - A dupla Marcelo Aiquel e Ronaldo Nique lideram 80 voltas dos 500 km de Guaporé,no Rio Grande do Sul. As vendas atingem a marca das 67.182 unidades.

(1987) - Com perfil mais aerodinâmico, a linha 87 composta pelos Chevette SE, SL e Sedan, ganhou capô rebaixado e painel em forma de cunha, com nova grade, espoiler mais baixo e tomadas de ar mais espaçadas. As vendas chegam a 45.727 unidades. Em março o MVA chega ao Chevette de nº 1.000.000

(1988) - Chega o carburador de corpo duplo, resultando a potência de 10 cv a mais no motor a álcool. Obtem-se também uma otimização dimensional, com redução das massas oscilantes. As vendas chegam as 56.031 unidades. Os motores recebem melhorias.

(1989) - Sai de linha a Marajó. Durante sua produção, acompanhou todas as inovações apresentadas pelo Chevette. Foram comercializadas  40.701 unidades da station-wagon.

(1990) - Chega o Chevette DL trazendo conforto e economia de seus antecessores, aliado a um acabamento externo e interno de luxo. As unidades no mercado brasileiro chegam a  26.786.

(1991) - Gostoso de dirigir, confortável e com amplo porta-malas (323 litros) o DL oferece economia e agilidade que o trânsito urbano exige e a garantia da mecânica Chevrolet. Foram vendidas 20.554 unidades este ano.

(1992) - O DL mostra sua faceta ecológica. A emissão de gases poluentes passa a ser controlada por um catalisador, nas versões álcool e gasolina. As vendas chegam a 29.629 unidades.

(1993) - Atendendo a solicitação do presidente Itamar Franco, em apenas um ano a empresa passa a produzir o Chevette L, chamada de versão popular com motor 1.6 L a gasolina. Nenhum outro carro dessa faixa de mercado possuía um motor tão potente e nem um porta-malas de 323 litros, o maior de sua categoria. Os outros modelos saem de linha e as vendas chegam a 31.865 unidades.

(JÚNIOR) - Para atender a crescente demanda de veículos de pequeno pote com motores de baixo consumo, a GMB desenvolve e lança o Chevette Júnior, com motor 1.0 - que percorria em média 11,5 km/litro na cidade e 15,5 km/litro na estrada. Foi o precursor do carro popular, lançado no ano seguinte. E as vendas? 20.554 unidades

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